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LOS ARGUMENTOS MINAN NUESTRA
FEHebreus 11.1, 3
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Es imposible que alguien en este
mundo pueda conquistar lo espiritual sin la fe. Cuando nacemos a la vida
cristiana, concebimos la fe. El lenguaje para comunicarnos con Dios es la fe. Si
hablamos con Él y no tenemos fe, le estamos hablando en otro idioma que no es el
suyo; por lo cual Él no podrá entendernos. Cualquier oración que elevemos, debe
ser con fe. Del mismo modo, todo lo que realicemos, debe ser hecho con fe. La fe
se necesita inclusive para casarse, para convivir con el cónyuge, para que el
matrimonio perdure, para educar a los hijos. Líderes, cristianos, necesitamos la
fe en todas las áreas de nuestra vida, no nos podemos dar el lujo de perderla.
Si una persona pierde la fe, lo perdió todo. Y si ese es su caso, debe luchar
por recuperarla. "Ahora bien, la fe es la garantía de lo que se espera, la certeza de |
Los Argumentos minan Muestra fe
La fe transforma nuestro hogar
LA FE TRANSFORMA NUESTRO
HOGARHebreus 11.1-3
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| Debemos entender que todo lo que
deseamos obtener en el plano natural, tenemos que conquistarlo primeramente en
la dimensión espiritual, a través de la fe. Al hacerlo quedará asombrado de todo
lo que puede lograr. "Es, pues, la fe la certeza de lo que se espera, la convicción de lo que no se ve. Porque por ella alcanzaron buen testimonio los antiguos. Por la fe entendemos haber sido constituido el universo por la palabra de Dios, de modo que lo que se ve fue hecho de lo que no se veía" Hebreos 11:1-3. Todos tenemos que enfrentarnos al temor, cuya meta es sacarnos del propósito perfecto de Dios para nuestra vida y aún la de nuestra familia, pero la única manera de vencerlo es con la fe. La fe viene de Dios y el temor viene de el adversario; la fe nos lleva al éxito, el temor conduce al fracaso, la fe produce un estado de ánimo positivo, el temor produce una estado de ánimo negativo; la fe nos hace vencedores, el temor conduce a la derrota; la fe trae gozo, el temor trae tristeza, el temor trae soledad, pero la fe produce compañerismo con Dios. |
Caminando em La Aguas
CAMINANDO EN LA
AGUASHebreus 11.1
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| Primero quiero darles las gracias
por sus oraciones, y quiero contarles que gracias a nuestro Señor Jesús y a
todos ustedes, mi familia y yo disfrutamos de las mejores vacaciones que hemos
tenido. Se que no tengo que decirles esto, pero aunque estábamos lejos en distancia, nuestras oraciones, mentes y espíritus estaban aquí con todos ustedes, aquí en la iglesia. Después de haber oído estos preciosos testimonios, quiero hablarles de que fue lo que hizo posible que sucedieran. Seguramente podemos describir de muchas maneras lo sucedido, pero cuando llegamos al punto, solamente existe una palabra que lo dice todo. |
JESUCRISTO, EL MISMO
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JESUCRISTO, EL
MISMOHebreus 13.8
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"Jesucristo es el mismo ayer, y hoy
y por los siglos." Hebreos 13:8 Hablar de Jesucristo es hablar de la persona más importante que haya existido en esta tierra, y no sólo en esta tierra, sino por toda la eternidad. El mundo que habitamos, ha tenido el privilegio de albergar a este distinguido huesped, que es y será, por los siglos, el Señor de los Señores y Rey de Reyes. |
Dios Ha Sido com Nosotros
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DIOS HA SIDO CON
NOSOTROSHebreos 5:11-14; Hebreos
12:11; Salmos 37:35
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INTRODUCCIÓN: Es común que cuando se termina un año en los
programas televisivos se haga un recuento de cuales fueron los acontecimientos y
de cómo nos ha ido. Es notorio que en estas síntesis noticiosas la mayoría de
los acontecimientos o noticias son o han sido negativas. |
Morre o pastor Ary Veloso
Perdi um Mestre, um Visionário, um Discipulador e um Mentor.
Por Josué Campana
Perdi um Mestre
Agosto de 1979 – Ary Velloso entrou na sala de aula da Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Começou a falar com paixão de alguns livros da Bíblia e ganhou nossa atenção e nosso coração. Eu tinha 18 anos de idade, estava no primeiro ano do curso de teologia, e como eu, mais uns 100 jovens apaixonados pelo ministério bebíamos cada palavra que ele falava. Ele também falou um pouco do Palmeiras neste dia, mas o que ficou em nossa mente foi a paixão deste homem pela Bíblia, pela igreja, pelo evangelismo e pelo discipulado.
Nas aulas seguintes ele também falou sobre um sonho que estava realizando, que era plantar uma igreja para alcançar a classe média do Morumbi em São Paulo. Cada frase sobre este projeto fazia a gente sonhar com uma igreja como esta que ele estava plantando. Nos anos seguintes de curso eu tive a oportunidade de fazer mais algumas matérias com ele, sempre na área bíblica, e todas foram incríveis. Isto já tem mais de 30 anos, mas com a paixão com que ele ensinou, parece que foi ontem.
Perdi um Visionário
Maio de 1984 - Logo depois que eu me formei em teologia, eu e minha esposa Raquel começamos o ministério trabalhando com jovens na Convenção Batista em São Paulo. A Igreja Batista do Morumbi estava se firmando e de vez em quando eu procurava o Ary, para me inspirar em sua visão. Lembro-me uma vez que ele me atendeu em seu escritório na Sepal, me deu alguns livros e eu saí de lá renovado para continuar o ministério por mais alguns anos.
Depois deste encontro, eu pensei com os meus botões: “quem sabe um dia eu posso trabalhar mais perto dele, ou até quem sabe ser parte da Igreja do Morumbi só para me inspirar mais em seu exemplo e visão. Por mais de 20 anos isto foi só uma possibilidade, mas eu sempre acompanhava as notícias do que o Ary estava fazendo e nunca perdi a visão do ministério, em parte porque me inspirei no Ary. Só uma conversa de poucos minutos com ele sempre me alimentava a visão.
Perdi um Discipulador
Eu sou de uma geração que não foi discipulada. E quando eu via o Ary discipulando outras pessoas e falando de discipulado, sempre dizia no meu coração que um dia eu me envolveria nisto. Os anos foram se passando até que um dia eu e um amigo começamos a discipulado “um ao outro” pela falta de um discipulador, mas nossa inspiração sempre era o Ary.
Podemos dizer que à distância ele foi nosso discipulador. A paixão com que ele resgatou o discipulado de Jesus, fez com que quiséssemos viver o seu exemplo. Depois que comecei no caminho do discipulado, entendi porque o Ary falava tanto disto, como o discipulado mudava nossas vidas e como nos fazia ser mais parecidos com Jesus. Com certeza o ser parecido com Jesus era a coisa que falava mais alto na vida do Ary quando ele falava em discipulado. Isto fez uma tremenda diferença em minha vida e agora já não consigo mais viver sem isto.
Perdi um Mentor
Julho de 2002 – Quase 20 anos depois de ter me formado na Faculdade Teológica, um dos sonhos que o Ary plantou em meu coração, sem saber, se concretizava. Eu e a Raquel chegávamos na Sepal como missionários. Temos na Sepal o hábito criado pelo Ary e outros missionários de termos trios de prestação de contas, com algumas perguntas que o Ary nos ensinou na faculdade.
Qual não foi a minha surpresa! Ao chegar fui colocado no trio do Ary e agora compartilhávamos a vida, o ministério, os sonhos e isto foi uma das maiores bênçãos da minha vida por algum tempo. Depois Deus nos direcionou para sermos membros da Igreja Batista do Morumbi, e tive o privilégio de ter o Ary como pastor, e de participar, ao vivo e a cores, daquele sonho que ele havia falado para nós em 1979.
Mais do que isto, cerca de um ano e meio depois que estávamos na igreja, um dia o Ary me chamou para uma conversa séria. Ele me convidou para ser um dos pastores da igreja, integrando a equipe pastoral, para cuidar a área de pequenos grupos, dividindo meu tempo com a Sepal.
Nos anos seguintes experimentei a bênção de conviver de perto, ver que tudo que ele sempre nos ensinou como alunos não só era verdade, mas ele mesmo vivia cada uma destas coisas. Algum tempo depois ele foi para Londrina começar uma nova igreja, e brincamos com ele dizendo: “a vida começa aos 70”. Aquilo para mim também foi incrível. Ele nos passou o bastão e partiu para discipular novas pessoas.
Este homem marcou minha vida, porque ele mesmo foi alguém que imitou a Jesus em cada momento de sua vida. Agora peço graça de Deus para todos nós que recebemos suas marcas, para imitá-lo, pois o Ary é alguém que pode dizer com toda propriedade: “Sejam meus imitadores, assim como eu sou de Cristo”.
Por Josué Campana
Perdi um Mestre
Agosto de 1979 – Ary Velloso entrou na sala de aula da Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Começou a falar com paixão de alguns livros da Bíblia e ganhou nossa atenção e nosso coração. Eu tinha 18 anos de idade, estava no primeiro ano do curso de teologia, e como eu, mais uns 100 jovens apaixonados pelo ministério bebíamos cada palavra que ele falava. Ele também falou um pouco do Palmeiras neste dia, mas o que ficou em nossa mente foi a paixão deste homem pela Bíblia, pela igreja, pelo evangelismo e pelo discipulado.
Nas aulas seguintes ele também falou sobre um sonho que estava realizando, que era plantar uma igreja para alcançar a classe média do Morumbi em São Paulo. Cada frase sobre este projeto fazia a gente sonhar com uma igreja como esta que ele estava plantando. Nos anos seguintes de curso eu tive a oportunidade de fazer mais algumas matérias com ele, sempre na área bíblica, e todas foram incríveis. Isto já tem mais de 30 anos, mas com a paixão com que ele ensinou, parece que foi ontem.
Perdi um Visionário
Maio de 1984 - Logo depois que eu me formei em teologia, eu e minha esposa Raquel começamos o ministério trabalhando com jovens na Convenção Batista em São Paulo. A Igreja Batista do Morumbi estava se firmando e de vez em quando eu procurava o Ary, para me inspirar em sua visão. Lembro-me uma vez que ele me atendeu em seu escritório na Sepal, me deu alguns livros e eu saí de lá renovado para continuar o ministério por mais alguns anos.
Depois deste encontro, eu pensei com os meus botões: “quem sabe um dia eu posso trabalhar mais perto dele, ou até quem sabe ser parte da Igreja do Morumbi só para me inspirar mais em seu exemplo e visão. Por mais de 20 anos isto foi só uma possibilidade, mas eu sempre acompanhava as notícias do que o Ary estava fazendo e nunca perdi a visão do ministério, em parte porque me inspirei no Ary. Só uma conversa de poucos minutos com ele sempre me alimentava a visão.
Perdi um Discipulador
Eu sou de uma geração que não foi discipulada. E quando eu via o Ary discipulando outras pessoas e falando de discipulado, sempre dizia no meu coração que um dia eu me envolveria nisto. Os anos foram se passando até que um dia eu e um amigo começamos a discipulado “um ao outro” pela falta de um discipulador, mas nossa inspiração sempre era o Ary.
Podemos dizer que à distância ele foi nosso discipulador. A paixão com que ele resgatou o discipulado de Jesus, fez com que quiséssemos viver o seu exemplo. Depois que comecei no caminho do discipulado, entendi porque o Ary falava tanto disto, como o discipulado mudava nossas vidas e como nos fazia ser mais parecidos com Jesus. Com certeza o ser parecido com Jesus era a coisa que falava mais alto na vida do Ary quando ele falava em discipulado. Isto fez uma tremenda diferença em minha vida e agora já não consigo mais viver sem isto.
Perdi um Mentor
Julho de 2002 – Quase 20 anos depois de ter me formado na Faculdade Teológica, um dos sonhos que o Ary plantou em meu coração, sem saber, se concretizava. Eu e a Raquel chegávamos na Sepal como missionários. Temos na Sepal o hábito criado pelo Ary e outros missionários de termos trios de prestação de contas, com algumas perguntas que o Ary nos ensinou na faculdade.
Qual não foi a minha surpresa! Ao chegar fui colocado no trio do Ary e agora compartilhávamos a vida, o ministério, os sonhos e isto foi uma das maiores bênçãos da minha vida por algum tempo. Depois Deus nos direcionou para sermos membros da Igreja Batista do Morumbi, e tive o privilégio de ter o Ary como pastor, e de participar, ao vivo e a cores, daquele sonho que ele havia falado para nós em 1979.
Mais do que isto, cerca de um ano e meio depois que estávamos na igreja, um dia o Ary me chamou para uma conversa séria. Ele me convidou para ser um dos pastores da igreja, integrando a equipe pastoral, para cuidar a área de pequenos grupos, dividindo meu tempo com a Sepal.
Nos anos seguintes experimentei a bênção de conviver de perto, ver que tudo que ele sempre nos ensinou como alunos não só era verdade, mas ele mesmo vivia cada uma destas coisas. Algum tempo depois ele foi para Londrina começar uma nova igreja, e brincamos com ele dizendo: “a vida começa aos 70”. Aquilo para mim também foi incrível. Ele nos passou o bastão e partiu para discipular novas pessoas.
Este homem marcou minha vida, porque ele mesmo foi alguém que imitou a Jesus em cada momento de sua vida. Agora peço graça de Deus para todos nós que recebemos suas marcas, para imitá-lo, pois o Ary é alguém que pode dizer com toda propriedade: “Sejam meus imitadores, assim como eu sou de Cristo”.
O VALOR DA PRESENÇA DE DEUS EM NOSSA FAMÍLIA
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"...Como trarei a mim a Arca de
Deus?... ficou a Arca de Deus com a família de Obede-Edom três meses em sua casa; e o Senhor abençoou sua casa e tudo o que ele tinha" I Cr. 13:12 e 14. Davi estava consolidando seu reinado política e nacionalmente, quando se lembrou da Arca da Aliança e resolveu traze-la de Quiriate-Jearim para Jerusalém, a capital de Israel. É o início do reavivamento em Israel. A Arca permaneceu de 70 a 80 anos fora de Jerusalém, 20 dos quais ficou guardada na casa do irmão mais velho de Davi, Abinadabe (I Sm 7.1, II Sm 6.3, I Cr 13.7), que encarregou seu filho Eleazar para tomar conta da Arca. Para o transporte da Arca de Quiriate-Jearim a Jerusalém, construíram um carro-de-boi novo, que foi guiado pelos filhos de Eleazar, Uzá e Aiô. Durante a viagem, a Arca quase caiu do carro, pelo que Uzá segurou-a, não agradando a Deus com sua atitude, e Deus o matou por isso. Estavam fazendo uma coisa certa (levar a Arca para Jerusalém, para que o povo se lembrasse da ação e da presença de Deus), de forma errada (só levitas poderiam transportar a Arca e os dois jovens não eram levitas). Mas, O QUE ERA A ARCA DA ALIANÇA? Era um símbolo da presença de Deus no meio do povo de Israel. E o que a Arca tinha dentro? Em Hb.9:4, lemos que estavam dentro: a) Uma botija com uma porção do MANÁ, que lembrava o pão com o qual Deus sustentou Seu povo, Israel, durante os 40 anos da travessia do deserto, rumo a Canaã. Ex. 16:33. O pão simbolizava Cristo, o Filho, pois Ele é o "Pão vivo que desceu do céu."; b) O BORDÃO DE ARÃO que tinha florescido. Nm. 17:5-10. Simboliza o Espírito Santo, ou a Unção de Deus realizando maravilhas; de uma vara - um bordão de pastor - brotou um rebento para dar fruto. Da cruz, o Espírito Santo fez brotar vida em nós, a Salvação; c) As TÁBUAS DA LEI ou da ALIANÇA, significando a vontade do Pai, ou Sua Pessoa. Dt. 10:2 a 5.A Arca era, portanto, um objeto que trazia à memória do povo de Israel "grandes coisas que o Senhor tinha feito por eles" durante a sua libertação da escravidão do Egito. Era a lembrança da própria Trindade divina para Seu povo. Interessante, a Arca permaneceu durante 20 anos na casa de Abinadabe. Mas, por que será que a casa de Abinadabe não foi abençoada nesse tempo em que a Arca esteve em sua casa? Entendo que Abinadabe não deu importância à presença de Deus em sua casa, pois a Arca tinha este significado. Talvez, para ele, era um "baú velho" encostado num canto da casa, guardado até que alguém o reclamasse. Muitas vezes, não temos cultivado a presença de Deus em nossa casa; não temos dado o devido valor à Palavra de Deus em nossas mãos, em nossa língua, ao nosso alcance. Abinadabe não deu importância ao seu conteúdo, sua origem, seu significado e seus efeitos. Talvez nunca a abriu para ver o que havia lá! Talvez nunca falou para seus amigos sobre a riqueza espiritual e cultural que tinha em sua casa. Comparo essa atitude ao espírito de religiosidade que tem dominado a muitos corações nos nossos dias; nunca desejaram conhecer as riquezas da glória de Deus que há em Sua Palavra; nunca a abriram para lê-la com fome de Deus! Abinadabe estava satisfeito com a vida que estava levando...Comodismo! Perdeu a bênção! E POR QUE A CASA DE OBEDE-EDOM E TUDO QUANTO ELE POSSUIA FORAM TÃO ABENÇOADOS DURANTE OS TRÊS MESES EM QUE A ARCA PERMANECEU EM SUA CASA? Entendo que Obede-Edom valorizou a presença de Deus em sua casa. Sem essa de idolatria! Adorou-O e O louvou por Sua presença em seu lar, e por tudo que ela significava. Ele buscou a Deus diligentemente: deve ter realizado cultos todos os dias em sua casa, com a presença de seus amigos e vizinhos, celebrando a libertação do povo de Israel do Egito, falando do significado de cada peça que estava na Arca. Foi uma bênção! Mas, o que a Arca tem a ver conosco nos dias de hoje? Creio que tem muito a ver. Tem tudo a ver. A Palavra de Deus (as tábuas da Lei) têm estado em nosso lar e em nossa vida? A Salvação (o Maná, Jesus) tem estado presente em nossas atitudes no dia-a-dia? Temos deixado que o Espírito Santo (o Bordão de Arão, a Vara que floresceu) seja realidade atuante em nosso viver de cada dia? Temos aproveitado as oportunidades que a Igreja tem oferecido para o nosso crescimento espiritual através das reuniões de oração, das vigílias, das batalhas de jejum e oração, da EBD, das reuniões dos Grupos Familiares, dos cultos de libertação, dos cultos dominicais, da participação na Mesa do Senhor? Como Família, precisamos estar em torno da Arca do Senhor, ou seja, do próprio Senhor em tudo. É tempo de buscarmos a Arca do Senhor pra dentro de nossa casa, em nossa vida. Que Deus nos abençoe |
PLANTANDO OS PÉS DENTRO DA MINHA CASA
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Se não temos um testemunho familiar
sadio, as células não vão prosperar. As células podem até proliferar, mas não
haverá crescimento. "O Espírito do Senhor fala por mim, e a sua palavra está na minha língua.. Falou o Deus de Israel, a Rocha de Israel me disse: Quando um justo governa sobre os homens, quando governa no temor de Deus, será como a luz da manhã ao sair do sol, da manhã sem nuvens, quando, depois da chuva, pelo resplendor do sol, a erva brota da terra. Pois não é assim a minha casa para com Deus? Porque estabeleceu comigo um pacto eterno, em tudo bem ordenado e seguro; pois não fará ele prosperar toda a minha salvação e todo o meu desejo?" (II Samuel 23:2-5). |
A Quem Estamos Entregando Nossa Família?
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“Escolhei, hoje, a quem sirvais... Porém, eu
e a minha casa serviremos ao SENHOR." - Josué 24:15
Estamos
sempre entregando nossa família a alguém. Nossa atitude ou falta de atitude
determina se os nossos estarão nas mãos de Deus ou nas mãos do
mundo.
Você pode estranhar a possibilidade de que um crente entregue sua casa ao mundo, mas isso acontece toda hora. Há um episódio na Bíblia que pode ilustrar bem isso. Ló estava sendo visitado por anjos de Deus em sua casa, na cidade de Sodoma. Esses seres celestiais vieram na forma de homens, materializados. Quando os depravados habitantes daquele lugar souberam disso, bateram à casa de Ló em bando e exigiram que ele colocasse os seus visitantes para fora, a fim de que mantivessem relações sexuais com eles, pensando que se tratavam de homens. |
BENÇÃO PROFÉTICA PARA SUA FAMÍLIA
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IntroduçãoNeste episódio Josué está com o povo em
Siquém e os faz lembrar do das bênçãos que Deus havia a todos no decorrer dos
anos. Siquém é um lugar importante na vida do povo de Israel. Foi neste lugar que Deus fez um pacto com Abraão, de que o abençoaria grandemente. Deus leva muito em consideração os pactos que com Ele fazemos. Ele é fiel para cumprir as suas promessas. As bênçãos proféticas para sua família. |
QUEBRANDO MALDIÇÕES NA FAMÍLIA
...Mais um momento de
adoração Aleluia! Vamos adorar a Deus uma vez mais. Mas ouça isto: a Bíblia diz que “Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores” (Jo 4.23). Adorador não é aquele que canta, mas aquele que obedece, que teme ao Senhor. Adorador é aquele que pratica o proskuneo. E proskuneo significa abaixar o corpo ou dobrá-lo, prostrar-se, literal ou simbolicamente, em homenagem, em reverência a alguém. |
RELACIONAMENTO FAMILIAR FIRME
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IntroduçãoAcho surpreendente uma palavra
que Deus disse à Adão antes da mulher existir, porque Deus ainda não a havia
criado: "Não é bom que o homem esteja só" (Gn 2.18).
O surpreendente é que Deus disse que Adão estava só, mas na minha opinião não estava. Deus estava com ele, todos os dias no Paraíso (mas na opinião de Deus, Adão estava sozinho). Adão possuía alguém acima dele - Deus; possuía alguém abaixo dele - os animais; mas não possuía ninguém ao lado dele, e neste sentido estava sozinho! |
A BÊNÇÃO DOS BONS FILHOS
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IntroduçãoEstamos em Maio, mês que,
tradicionalmente, é chamado Mês das Noivas ou mês da família. Inclusive, hoje,
segundo domingo do mês, é comemorado o Dia das Mães – este é mesmo um mês muito
especial.
Por isso, trago neste domingo uma mensagem para a família; uma mensagem para a família ser melhor, para a família ser feliz. Por que muitas famílias não são felizes, e a causa não é a falta de dinheiro, não é a falta de saúde, nem de casa própria, nem de carro ou coisas assim. |
ENTRE O CELIBATO E O CASAMENTO, O CORAÇÃO BALANÇA
Outro dia, d. Paulo Evaristo Arns declarou-se a favor do celibato opcional para os padres. Mas, seria difícil a vida de um padre casado. Além de servir a Deus, ter de cuidar do lar. Imaginemos um padre casado. - Chegou tarde hoje, hein! -disse d. Silvaneide, mulher do padre, morena, seios fartos, fogosa, ex-dançarina de pagode, depois arrependida, depois beata, acendedora de velas do altar e amante do pároco, hoje casada com ele. - Meu anjo... esta época de Natal é difícil... mais de 30 confissões... -
ARNALDO JABOR
OCIDENTE "ORIENTAL". O Ocidente inventou a "solução". O Oriente inventou o Maktub, "tinha de ser assim". O Ocidente quer "resolver” as coisas. O Oriente acha que a vingança é um prato que se come frio. O Ocidente quer o “progresso”. O Oriente não sabe o que é isso. O Ocidente fala em “liberdade”, em indivíduo. O Oriente são formigueiros pobres com um só rosto. Para o Ocidente, a morte é a pior coisa. Para o Oriente, a morte é quase igual à vida. Ou seja, nosso primeiro passo tem de ser a desesperança. Só com muito dinheiro jorrando lá, com muita diplomacia, talvez se possa minorar o terror. Mas, pela lógica da doutrina Bush, teríamos de atacar também a Indonésia, a Síria, a Líbia, o Irã, de modo a raspar do mapa 3 bilhões de islâmicos. A solução só começará se acabarmos com a idéia de solução. O Ocidente terá de ser mais Oriente e conviver pacientemente com essa tragédia do século XXI.
MÉXICO 70
E as palavras, eu que vivo delas, onde estão? Onde estão as palavras para contar a vocês e a mim mesmo que Tostão está morrendo asfixiado nos braços da multidão em transe? Parece um linchamento: Tostão deitado na grama, cem mãos a saqueá-lo. Levam-lhe a camisa levam-lhe os calções. Sei que é total a alucinação nos quatro cantos do estádio, mas só tenho olhos para a cena insólita: há muito que arrancaram as chuteiras de Tostão.
Sinais dos Tempos
Tem uma pedra no meio do caminho... Essa pedrinha na praia de Marrocos é o pretexto para a explosão, conflitos antigos... Já existe tensão em Ceuta, uma cidade de 70 mil habitantes na costa de Marrocos, há uma briguinha em torno de Melila, também na costa. Essa guerra da pedrinha é a caricatura perfeita desse falso mundo global, onde árabes e judeus lutam por pedaços de deserto, onde Índia e Paquistão vivem rosnando, depois do Kuwait, Bósnia etc. Será que a Espanha está com medo de outra invasão dos mouros? Será que é influência do atual preconceito contra árabes na síndrome internacional de Bush? Ou será que o desejo de guerra é anterior aos motivos? Eu acho que a causa só se explica pela frase de Nélson Rodrigues: “só há duas coisas infinitas: o Universo e a estupidez humana, e mesmo assim tenho minhas dúvidas sobre o Universo.”
QUASE.
Como nunca levou jeito para a música nem para a arte da carpintaria, Osmar dos Santos formou-se advogado — profissão que muito lhe convinha, visto que não nascera para outra coisa senão para advogar. Rosinha Carvalho, por sua vez, já aos treze sabia comandar uma casa como ninguém: lavava, passava, cozinhava e fazia magníficos arranjos de flores. Certa vez passou por Bauru, onde residia a moça, um amigo do Dr.
O pior encontro casual da noite ainda é o do homem autobiográfico
Chega, senta e começa a crônica de si mesmo: "Acordo às sete da manhã e a primeira coisa que faço é tomar o meu bom chuveiro". Como são desprezíveis as pessoas que falam no "bom chuveiro!" E segue o parceiro: "Depois peço os jornais, sento à mesa e tomo meu café reforçado". Ah, a pena de morte, para as pessoas que tomam "café reforçado!"
QUANDO EU CHEGAR AO CÉU!
Quando eu chegar ao Céu, de manhã, de tarde ou de noite, não sei ainda, pedirei para ir à biblioteca de Deus, onde curiosamente bisbilhotarei — com respeito — algumas obras. Quero reler a Invenção de Orfeu, de nosso Jorge de Lima, sofredor, telúrico e místico, homem bom, cirenaico, assim lhe chamou Rachel de Queiróz, quando ele morreu, novembro, 15, do ano de 1953.
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